" O começo é a parte mais importante de toda tarefa" Platão.
Vamos começar o ano com alguns combinados que deram certo ano passado e alguns novos também, inovar sempre é bom ! Aí vão eles...
UMEI Castelo 05/02/10.
Para: Pessoal de casa.
Assunto: calor intenso.
Diante desse clima de extremo calor, pedimos o uso das garrafinhas de água para uso contínuo em sala de aula, foi muito positivo o uso destas no ano passado em ocasião da gripe A1N1. Recomendamos que coloquem o nome legível da sua criança e façam uma higienização diariamente. O uso do protetor solar, diário, também é fundamental, principalmente no turno da tarde. Não se esqueçam de trazer uma muda de roupa para possíveis eventualidades.
Nosso abraço,
Equipe UMEI Castelo.
Para: Pessoal de casa.
Assunto: Dengue
Infelizmente vivemos em uma época que não estamos imunes a nada, nem a dengue ! Nossa escola está repleta de pernilongos, mesmo tendo sido detetisada a poucos dias, portanto o uso de repelentes é aconselhável, pois esse mosquito não é noturno. Estamos borrifando citronela nos ambientes mas todo cuidado é pouco!
EquipeUMEI Castelo.
UMEI Castelo. 05/02/10.
Para: Pessoal de casa
Assunto: Saída das crianças na escola.
Neste ano de 2010, estamos investindo mais no horário de saída, da nossa escola, e estamos experimentando chamar as crianças pelo microfone a medida que os responsáveis vão chegando, está é uma maneira de melhorarmos nossa segurança, portanto pedimos a colaboração e participação de todos.
A Direção .
Educar significa propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e o acesso, pelas crianças, aos conhecimentos produzidos pela cultura. Cuidar significa valorizar e ajudar a desenvolver capacidades. Nesse sentido, o ambiente e a rotina de trabalho são organizados para atender às necessidades das crianças, bem como favorecer a socialização, a cooperação e o desenvolvimento autônomo de habilidades.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
A volta às aulas está aí óh !!!

Assunto: entrada e saída dos alunos na nossa escola.
Mais um ano letivo se inicia e nada mais prudente entre os inúmeros planos e expectativas para o mesmo, que a organização dos horários e de boas medidas preventivas , para que o cuidado com nossas crianças sejam bem esclarecidos desde o início.
Os horários de chegada e saída dos alunos precisam ser rigorozamente respeitados. Consulte nosso regimento interno. As famílias devem utilizar o crachá que estão recebendo, plastificá-lo com uma foto da criança e apresentá-lo na entrada e saída .
Observações da maior importância: Quando ocorrer algum imprevisto a escola deverá ser avisada imediatamente, de preferencia por escrito ou se for uma emergência por telefone, onde a escola confirmará alguns dados, assim, evitaremos uma segurança fragilizada. Nos dias de hoje todo cuidado é pouco ! Crianças novatas, só deverão sair da escola com pessoas da família. A professora e demais funcionários da escola AINDA não conhecem todos. Portanto, pedimos a colaboração de todos. Faremos uma reunião de apresentação em breve, fiquem atentos aos bilhetes.
Sejam bem-vindos.
Equipe UMEI.
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Entrada e saída das crianças na escola.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
A Soneca da tarde.

A soneca da tarde
Ao invés de deixar que a criança durma à tarde, após os três anos de idade é recomendado oferecer a ela atividades estimulantes.
Crianças pequenas gostam de tirar uma soneca à tarde. E precisam desse soninho reparador até por volta dos três anos de idade, quando o desenvolvimento cerebral é bastante acentuado. Neste período da vida, segundo a psicanalista infantil Anne Lise Scappaticci*, elas são bombardeadas com muita informação e estímulo e precisam destes momentos para descansar.
"Até essa fase, o sono é um modo dela se reorganizar, mas, quando são mais velhas, dormir à tarde pode tornar o desenvolvimento mais lento", alerta a especialista.
Para os menores de três anos, o sono vespertino é importante para que o pequeno não fique super estimulado e não seja uma criança que não consegue prestar atenção em nada. Porém, quando são maiorzinhos, a soneca à tarde pode representar um empecilho ao bom sono noturno. "Se ela não se exercita o suficiente durante o dia, à noite não tem sono".
Mas há exceções para todas as regras. Apesar de não ser um hábito indicado, se o pequeno sente necessidade de cochilar à tarde, é preciso respeitá-lo e deixá-lo descansar. Porém, é bom começar a diminuir as sonecas gradualmente, até extingui-las de uma vez.
Uma dica para começar a desacostumar a criança é diferenciar o ambiente daquele que ela passa a noite. Ao invés de dormir no escurinho, com cortinas fechadas e silêncio total, deixe a janela do quarto aberta, mantenha o movimento da casa e a acorde-o antes do tempo de sono costumeiro. "Assim ela vai se desabituando aos poucos", ensina a médica.
Outro empurrãozinho para ajudá-la a perder de vez o interesse pela cama no meio do dia é inventar atividades que a divirtam e fujam da rotina, como aulas de esportes, novas brincadeiras e passeios.
Logo ela vai perceber que ficar acordada durante o dia é muito mais interessante e que a hora perfeita para dormir é à noite, sonhando com os anjinhos.
*Anne Lise Scappaticci, psicanalista infantil. Membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise. Atende famílias no Grupo de Psicanálise da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
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soneca da tarde.
Férias com diversão!

Brincadeiras também são exercícios físicos
As brincadeiras tradicionais também ajudam a melhorar o condicionamento físico das crianças.
É comum não se dar conta disso, mas as aulas de educação física ou da escolinha de esportes não são os únicos momentos em que a criança está praticando atividades físicas. Ela também beneficia sua saúde física enquanto se diverte com suas brincadeiras, especialmente aquelas tradicionais, como pega-pega, pular corda, esconde-esconde, duro ou mole e muitas outras que já fizeram parte da infância de várias gerações.
A professora de educação física Sara Quenzer Matthiesen* explica melhor os benefícios deste tipo de atividade. "A criança amplia seu acervo motor e trabalha suas capacidades físicas, como velocidade, resistência e agilidade", diz ela. Além disso, estas brincadeiras funcionam como exercícios potentes, que colaboram para o aumento do consumo de oxigênio, beneficiando a freqüência cardíaca, respiratória e o condicionamento físico. Ou seja, melhorando o fôlego.
Por isso é tão importante incentivar seu filho a brincar ao ar livre e não ficar muitas horas em frente da televisão, jogando videogame ou brincando no computador. É preciso se mexer! Desta maneira, sua disposição para as atividades do dia-a-dia aumenta e ele ficará mais atento ao que ocorre à sua volta.
E nunca é demais lembrar o quanto as brincadeiras são importantes para o desenvolvimento social da criança. "As brincadeiras infantis trabalham a criatividade, a espontaneidade, a sociabilidade, que são fundamentais para sua formação. Tanto que, nas aulas de educação física, muitos professores têm explorado atividades e jogos tradicionais, resgatando a cultura de forma lúdica", conta Sara.
Ela explica que modalidades esportivas, como o atletismo, são ensinadas a partir de brincadeiras como pega-pega. "A brincadeira é usada para se chegar à especificidade do conteúdo de uma corrida de velocidade. Com isso, o professor alia o desenvolvimento físico ao conhecimento cultural, atrelando atividades próprias da infância ao conteúdo das aulas de educação física, que envolve, entre outras, as modalidades esportivas."
Como muitas crianças não têm afinidade com os jogos antigos, os pais podem estimular os filhos brincando com eles. Além de agradar aos pequenos, que adoram novidades, os adultos também se divertem muito ao recordar da sua própria infância.
Uma boa dica é reunir toda a família - avós, tios, pais e filhos - e deixar cada pessoa falar sobre suas brincadeiras favoritas. "Todos saem ganhando, ampliando conhecimentos motores, culturais e laços afetivos", diz Sara.
*Sara Quenzer Matthiesen, professora do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro (SP), onde coordena o Grupo de Estudos Pedagógicos e Pesquisa em Atletismo (GEPPA). Especialista em educação física escolar, doutora em educação, autora de "Atletismo se aprende na escola" (Ed. Fontoura), entre outros livros.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Porque comemorar o natal só em dezembro?

O Natal não é (só) em Dezembro
É sempre que assim o desejarmos. O Natal pode ser em Janeiro como em Agosto. Pode ser no dia 4 ou no dia 28.
Como se fosse um irmão gémeo, ao Natal encontra-se associado o chamado "espirito natalicio". Isto é, uma maior sensibilidade, tolerância, simpatia, um coração aberto mas com prazos de validade. Porque vem o Janeiro e "Ai, e tal, é Janeiro, lá se foram as festas, até parece que estou com depressão, a magia acabou...". Para mim, é inegável: adoro o Natal. Mais ainda desde que fui mãe porque, para mim, o Natal é mesmo das crianças. Não existe maior prazer do que oferecer um presente a uma criança. Não encontro em mais qualquer olhar aquele brilho especial, a tocar num patamar mágico, transcendente até. E, profundamente, o que me sensibiliza são as noticias de figuras públicas que visitam esta ou aquela instituição, que distribuem presentes em lares de acolhimento, que fazem doações para fins beneméritos. Fico a imaginar a alegria das pessoas quando vêm entrar porta dentro a personagem x da novela y ou aquele apresentador tão simpático do canal z. Vinda a visita, os "famosos" vão-se embora. E nos meses seguintes? Onde é que ficam as boas ações? Os gorros de Papai Noel? Os beijinhos, o segurar na minha mão a tua mão, as palavras simpáticas, os votos de saúde e felicidade, para si e para os seus? Caem no esquecimento, no vazio? Afinal, quem é que é "famoso"? Aquele que aparece porque é Natal ou aquele que está ao abrigo de uma cama de hospital? E o que é ser "famoso" e o que significa "aqui estou eu com um saco de presentes porque é Natal"? E o Natal dos Hospitais? Dar alegria a pessoas que estão hospitalizadas, nesta quadra em particular, é importante. Mas seria igualmente memorável levar a alegria a estas pessoas durante todo o ano. Como se percorressemos o abecedário na integra. E não apenas no Natal. Porque o Natal, enfim, passa. O Ano Novo também. O que não passa são os restantes meses. Em que pouco ou nada sabemos, lemos ou ouvimos das crianças internadas, dos idosos abandonados em hospitais, dos sem-abrigo que mergulham numa tigela de sopa fumegante as suas duras memórias. Pena é que o chamado "espirito natalicio", como o próprio nome indica, apenas traga como validade a quadra do Natal. O mês de Dezembro. Porque, depois disso, tudo regressa à "normalidade". À quase (para não dizer total) indiferença. Para o umbigo de cada um. Para o "o outro? quem é o outro?".
Como acima referi: o Natal não é (só) em Dezembro. Pois não?
É sempre que assim o desejarmos. O Natal pode ser em Janeiro como em Agosto. Pode ser no dia 4 ou no dia 28.
Como se fosse um irmão gémeo, ao Natal encontra-se associado o chamado "espirito natalicio". Isto é, uma maior sensibilidade, tolerância, simpatia, um coração aberto mas com prazos de validade. Porque vem o Janeiro e "Ai, e tal, é Janeiro, lá se foram as festas, até parece que estou com depressão, a magia acabou...". Para mim, é inegável: adoro o Natal. Mais ainda desde que fui mãe porque, para mim, o Natal é mesmo das crianças. Não existe maior prazer do que oferecer um presente a uma criança. Não encontro em mais qualquer olhar aquele brilho especial, a tocar num patamar mágico, transcendente até. E, profundamente, o que me sensibiliza são as noticias de figuras públicas que visitam esta ou aquela instituição, que distribuem presentes em lares de acolhimento, que fazem doações para fins beneméritos. Fico a imaginar a alegria das pessoas quando vêm entrar porta dentro a personagem x da novela y ou aquele apresentador tão simpático do canal z. Vinda a visita, os "famosos" vão-se embora. E nos meses seguintes? Onde é que ficam as boas ações? Os gorros de Papai Noel? Os beijinhos, o segurar na minha mão a tua mão, as palavras simpáticas, os votos de saúde e felicidade, para si e para os seus? Caem no esquecimento, no vazio? Afinal, quem é que é "famoso"? Aquele que aparece porque é Natal ou aquele que está ao abrigo de uma cama de hospital? E o que é ser "famoso" e o que significa "aqui estou eu com um saco de presentes porque é Natal"? E o Natal dos Hospitais? Dar alegria a pessoas que estão hospitalizadas, nesta quadra em particular, é importante. Mas seria igualmente memorável levar a alegria a estas pessoas durante todo o ano. Como se percorressemos o abecedário na integra. E não apenas no Natal. Porque o Natal, enfim, passa. O Ano Novo também. O que não passa são os restantes meses. Em que pouco ou nada sabemos, lemos ou ouvimos das crianças internadas, dos idosos abandonados em hospitais, dos sem-abrigo que mergulham numa tigela de sopa fumegante as suas duras memórias. Pena é que o chamado "espirito natalicio", como o próprio nome indica, apenas traga como validade a quadra do Natal. O mês de Dezembro. Porque, depois disso, tudo regressa à "normalidade". À quase (para não dizer total) indiferença. Para o umbigo de cada um. Para o "o outro? quem é o outro?".
Como acima referi: o Natal não é (só) em Dezembro. Pois não?
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
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