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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Singulair ou o similar Montelair ?

Alguns amiguinhos da minha filha fizeram uso de Singulair Baby antes mesmo do primeiro aninho. Nos últimos três meses, ela já está no terceiro episódio de tosse e muitaaa secreção. Conversei com a  nossa pediatra, Dra. Patrícia Tunes que então, achou por bem prescrever o Singulair 4mg sachês ou o Montelair.

O medicamento pode custar R$97,00. Lembrando que é um tratamento contínuo, ou seja, todos os meses serão gastos quase cem reais.

 Chegamos, enfim, no objetivo do post! 
O laboratório que fabrica o Singulair possui um programa chamado Receita de Vida, que dá descontos sobre uma lista de medicamentos por eles fabricados.

Funciona assim, você liga para o 0800-012-2232 e faz um cadastro, para isto, tenha em mãos:
- nome completo do paciente
- CPF do paciente ou responsável
- nome completo do médico
- CRM do médico
A atendente perguntará qual seu estado e lhe informará qual o preço máximo cobrado na região e depois lhe informará qual o valor que você pagará com o desconto ;)
 Informe ao vendedor que se cadastrou e apresente a receita do médico.


O Singulair, tem duas apresentações de comprimidos revestidos de 10mg (para maiores de 15 anos) e comprimidos mastigáveis de 4mg ou de 5mg (para crianças a partir de 2 anos) - informações da bula. Há ainda a apresentação em sachês com grânulos orais de 4mg, o Singulair Baby (indicado dos 6 meses ao 5 anos).

O Montelair é um similar (medicamento de formulação indêntica, porém de laboratório diferente - não é genérico!) do Singulair, produzido pelo laboratório Aché. Foi lançado em novembro de 2011, abrindo uma forte concorrência, pois é, em média, 52% mais barato. O princípio ativo é o mesmo, montelucaste de sódio.

Como dito anteriormente, ambos têm a mesma formulação e são prescritos para pacientes com asma e rinite.
Portanto, é importante checar com o pediatra antes de fazer qualquer troca!  Se o pediatra do seu bebê prescrever, é uma enorme economia, não é mesmo?!
 Atenção! Todo medicamento deve ser prescrito por um médico!

sábado, 17 de outubro de 2009

FILHOS. Horário de verão como as crianças reagem a esta mudança?!

Uma hora pode parecer pouco, mas ela afeta a rotina do seu filho (e a sua também!). Veja o que fazer para essa fase não ser um problema Aline Ridolfi e Ana Paula Pontes
Sabe aqueles dias em que o mais difícil é fazer as crianças caírem no sono? Com a chegada do horário de verão - que começa a partir da 0h de domingo (18) e vai até à 0h de 21 de fevereiro de 2010 -, você vai precisar de um pouco mais de paciência com o seu filho, pois essa situação pode ficar mais frequente. Acordar mais cedo para ir à escola, comer uma hora antes do horário estipulado e outras mudanças na rotina do pequeno podem afetar seu relógio biológico. A implantação do horário de verão (que acontece nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal) sempre foi polêmica. Enquanto uns a defendem, alegando os benefícios de ganhar mais uma hora sob a luz do sol, outros protestam, pelo fato de terem de acordar uma hora mais cedo. Ambos os lados têm sua razão. Apesar do dia mais longo inspirar uma gama maior de atividades fora de casa, dormir uma hora a menos na primeira semana da mudança causa reações adversas no organismo. A principal consequência da mudança dos horários é a alteração do sono. Com a irregularidade, a tendência é que tanto adultos quanto crianças se sintam mais cansados durante o dia, irritados e menos atentos. O comum é que a adaptação dure até uma semana. O corpo humano se prepara para acordar poucas horas antes do sol nascer, quando a temperatura começa a aumentar, e o hormônio cortisol (responsável por despertar você todas as manhãs) atinge seu pico no organismo. Quando se é obrigado a acordar mais cedo, essas reações ficam fora de sintonia. Renato Costa, fisioterapeuta e especialista em fisiologia, comenta que as crianças mais novas não sofrem tanto como as mais velhas, que têm sua rotina já mais consolidada - vão ao colégio e participam de atividades com horários marcados. “Estas sim tendem a apresentar sonolência, falta de apetite e claro, ficam mais manhosas, afinal a mudança de horário mexe com o tempo de sono e de exposição à luz”, afirma. De acordo com o fisiterapeuta existem crianças com hábitos matutinos, que acordam e dormem cedo, e outras com modos vespertinos, que acordam e dormem mais tarde - as vespertinas costumam ter mais problemas durante a transição para o horário de verão.
Como amenizar os efeitos do novo horário
Para diminuir os efeitos da mudança, Renato Costa recomenda que a adaptação aos novos horários de dormir e de comer sejam graduais - é inútil impor a nova rotina de uma vez, já que o organismo da criança não vai aceitar. Quando o assunto é o sono, ele alerta que o ritual para dormir deve começar muito antes do que o comum. Se a criança dorme normalmente em 30 minutos, ela vai demorar mais enquanto se acostuma com o novo horário. Banhos quentes e massagens ajudam os pequenos a relaxar. Músicas calmas também. “É importante evitar alimentos pesados e estimulantes antes da hora de dormir, além de não incitar atividades físicas neste período. Eles só agitam as crianças”, encerra.
Revista Crescer.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Prevenção contra a gripe A




Listamos a seguir algumas medidas de ordem profilática ou preventivas, prevenir sempre é o melhor remédio! site, cliquesaude.com.br

· Cultive hábitos alimentares saudáveis, ingerindo alimentos ricos em proteínas, fibras, vitaminas...
· Beba bastante líquido (água pura, suco de frutas ou chás). Os líquidos ajudam a manter o corpo hidratado, além de ajudar a eliminar as toxinas que fazem mal ao nosso organismo. Evite bebidas geladas;
· Durma pelo menos oito horas por dia;
· Faça exercícios regularmente. Pratique esportes. Diminua o stress em sua vida. Estudos mostram que pessoas mais estressadas adoecem mais, porque diminuem as defesas do organismo;
· Evite aglomerações e ambientes fechados. Mantenha sempre o ar circulando para que os vírus não se concentrem no local;
· Evite choques térmicos, como tomar banho quente e sair no frio;
· Não fume e evite a poluição;
· Lave sempre as mãos;
· Respire pelo nariz, nunca pela boca. A mucosa do nariz foi feita para aquecer e umedecer o ar que respiramos, evitando que o ar chegue frio nos pulmões;
Mais recentemente, foi introduzida no mercado brasileiro a vacina contra a gripe. Ela vem apresentando bons resultados, devendo ser utilizada sempre sob prescrição médica, durante o outono e repetida anualmente, uma vez que o vírus possui a capacidade de alterar sua estrutura periodicamente.

Alguns recomendam as vitaminas ou os tônicos reconstituintes para combater os efeitos da gripe. Mas não têm qualquer eficácia. O cansaço deriva da persistência dos efeitos tóxicos da infecção e eles só cedem, progressivamente, de maneira espontânea.

Os antibióticos não são adequados para combater a gripe, já que ela, como se disse, é provocada por vírus e os antibióticos combatem apenas as infecções produzidas por bactérias. Contudo, quando existe perigo de uma complicação broncopulmonar por sobreinfecção bacteriana, os antibióticos são eficazes para prevenir esta última.

A vacina antigripal é eficaz unicamente se o vírus, a partir do qual ela foi elaborada, coincidir como o da infecção a se prevenir. As dificuldades para que se produza tal coincidência são enormes, já que as características do vírus mudam de um ano para outro. Somente depois de se manifestar uma nova modalidade de gripe, dispõe-se dos elementos necessários para se adequar a vacina à epidemia concreta. A Organização Mundial de Saúde criou uma série de centros dedicados a isolar e identificar os vírus gripais modificados, para distribuí-los a todas as nações a fim de que sejam produzidas as vacinas. Mas em muitas ocasiões não é possível obter a tempo as doses suficientes para se deter uma epidemia.

Medidas devem ser tomadas para o combate à gripe. A tosse e as dores atenuam-se com remédios indicados especificamente para seu tratamento, independentemente de que sejam ou não resultado da gripe.
Na umei reiniciaremos as aulas , de acordo com a secretaria de saúde, dia 10/08/09.